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Manutenção SPDA - Para Raios
30/06/2014

 

Manutenção do SPDA

 

O Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA) protege as estruturas dos edifícios contra os raios gerados em tempestades. Ele conta com um sistema de captação (Gaiola de Faraday, Captor Franklin ou Esfera Fictícia), um sistema de condução (descidas de aterramento externas ou naturais) e um sistema de aterramento, que visa criar um caminho mais curto e eficiente para que a energia acumulada nas nuvens possa descarregar-se de maneira eficiente no solo. A manutenção de um equipamento que protege o condomínio e seus moradores contra descargas elétricas é de extrema importância. O síndico precisa conhecer as normas e leis para não sofrer punições judiciais no caso de negligência em um acidente. O Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas requer uma manutenção de baixo custo que é feita anualmente ao se verificar o valor de resistência ôhmica dos aterramentos. Depois disso, é emitido o Atestado de Conformidade e de Medição Ôhmica dos Aterramentos. Todo esse trabalho deve seguir as recomendações da NBR 5419/01 da ABNT. Qualquer pessoa com conhecimento técnico poderá efetuar uma vistoria visual no sistema e anotar alguma anomalia tais como: mastro caído, cabo rompido, isolador quebrado e aterramento desconectado. A verificação frequente e básica dos itens componentes do sistema de pára-raios pode ficar sob a responsabilidade do zelador. Pois mesmo com a manutenção regular, uma pequena falha pode acabar em fatalidade. Portanto, o funcionário fica encarregado de dar uma olhada no SPDA, pelo menos uma vez por semana. Qualquer serviço executado no prédio (pintura, reparos em telhados, calhas, rufos, antenas) deve ser acompanhado, pois eles podem causar avarias no para-raios. Após uma forte chuva, o sistema deve ser verificado. A proteção externa que a norma NBR 5419/01, da ABNT, exige, não contempla a proteção de equipamentos eletroeletrônicos (televisores, vídeos, computadores, telefones, antenas, etc.) contra interferências eletromagnéticas causadas pelas descargas atmosféricas. Para proteção dos equipamentos, é necessária a instalação de supressores de transientes nos quadros de energia elétrica, linhas telefônicas ou cabos de sinal das antenas. Como foi dito anteriormente, o síndico precisa conhecer todas os regulamentos sobre SPDA. De acordo com o Decreto 11.258 de 16 de Setembro de 1988, o Regulamento de segurança contra incêndio e pânico explica a obrigatoriedade dos para-raios:

Capítulo XXIII Dos dispositivos de proteção por para-raios Art. 287 – O corpo de bombeiros exigirá a instalação de para-raios nas edificações classificadas nestas normas, excetuando-se das exigências as residências privativas (multifamiliar) e as comerciais (mercantil e comercial) até 3 (três) pavimentos (medidos do logradouro público ou da via interior) e a área total construída não superior a 750m² (setecentos e cinquenta metros quadrados). Parágrafo Único – A instalação será obrigatória também em depósitos de explosivos e inflamáveis; em torres e chaminés elevadas.

 

Art. 288 – Nas edificações onde será exigida a instalação de para-raios deverão ser observadas as seguintes prescrições:

I – Não é permitida a permanência de explosivos ou inflamáveis próximo das instalações.

II – Todas as extremidades expostas deverão ser delineadas por condutores que, todos ligados entre si, e, mais ainda as partes metálicas externas dos prédios e da cobertura, devem ser ligadas a terra.

III – As hastes com pontas para para-raios devem ser colocadas nos pontos da construção mais ameaçados, tais como, pontos de terraço, espigões, cumeeiras, chaminés e semelhantes.

IV – Quando a construção possuir mais de um para-raios deverão as respectivas hastes ser ligadas entre si por meio de um mesmo condutor, o qual será conectado ao condutor de descida, que seguirá sempre que possível como em todos os outros casos, o caminho mais curto à terra.

V – Nas coberturas cujas cumeeiras forem de grande extensão deverão ser dispostas várias hastes, guardando entre si uma distância tal que os “cones de proteção” respectivos encerram todo o prédio.

VI – As pontas dos para-raios deverão ficar acima da cobertura a uma altura nunca inferior a 1m (um metro).

VII – Os prédios com mais de 300m² (trezentos metros quadrados) de área exposta, terão 2 (dois) condutores de descida e, para cada 200m² (duzentos metros quadrados) a mais, um condutor deverá ser acrescentado.

VIII – Os edifícios que possuírem estrutura metálica deverão ter as diversas partes componentes dessa estrutura ligadas entre si à terra, de acordo com Normas Técnicas.

IX – Em fábricas ou depósitos de explosivos ou inflamáveis, todas as massas metálicas internas deverão ser ligadas à terra inclusive os móveis.

X – Os canos d’água galvanizados deverão ter a própria ligação à terra.

XI – Os condutores deverão ser de cordoalha de cobre nu ou cabo de diâmetro não inferior à 3mm (três milímetros), colocados o mais longe possível das massas metálicas inferiores e dos fios de instalação elétrica, devendo-se evitas ângulos ou curvas fechadas.

XII – Sempre que possam sofrer ações mecânicas, os condutores devem ser protegidos, devendo no caso, esta proteção ser metálica e o condutor descido ser ligado pelo menos dois pontos ao elemento de proteção.

XIII – Em locais onde possa ser atacado quimicamente, deverá o condutor-terra ser revestido por material apropriado resistente ao ataque.

XIV – Quando o solo for de argila ou semelhante, a ligação a terra poderá ser feita conforme Normas Técnicas.

XV – Quando o solo for de areia, saibro ou pedra, a ligação a terra far-se-á como no item anterior e será complementada com fitas metálicas. Uma placa de cobre de 0,40 m² (quarenta centímetros) enterrada à 2m (dois metros) de profundidade, no mínimo.

XVI – Quando se verificar que uma camada de rocha de pequena profundidade se localiza no lugar da ligação à terra, dever-se-á enterrar fitas em valor de 4m (quatro metros) de comprimento e profundidade de 0,90cm, distribuídos uniformemente em torno da rocha.

Art. 289 – A instalação dos para-raios deverá obedecer ao que determina às normas próprias vigentes, sendo da inteira responsabilidade do instalador a obediência às mesmas.

 

 

 

Gustavo José Specht

Técnico Comercial Service

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