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Medições para diagnóstico em transformadores de potência
06/01/2017 - O Setor Elétrico

Vários testes podem ser feitos para determinar a condição dos transformadores de potência. A análise de gás dissolvido (DGA) é um exemplo para testes de rotina. Outros valores elétricos, como enrolamento e resistência de isolamento, corrente sem carga ou capacitância e fator de dissipação/fator de potência na frequência de linha, também são medidos periodicamente no local. Sistemas de monitoramento em linha foram introduzidos para coletar dados atuais sobre tensão, corrente e temperatura. Eles podem ajudar a reconhecer mudanças rápidas na condição do transformador assim que elas ocorrerem. Nem todo teste pode ser feito em linha, mas sistemas de monitoramento em linha já estão disponíveis para óleo, comutadores de derivação, sistemas de resfriamento e buchas.

Em vários casos, várias medições de diagnóstico são necessárias para identificar uma condição ou localização específica com falha. Recomenda-se, sempre que possível, utilizar diferentes métodos de teste para confirmar condições de falha indicadas pela medição inicial. Assim, é possível poupar bastante tempo e dinheiro antes de empregar medidas caras de manutenção.

Estudo de confiabilidade do transformador

Em 2015, os resultados de um estudo internacional sobre falhas no transformador de potência em subestações feito pelo Cigré Working Group A2.37 foram divulgados. A Figura 1 mostra que a maioria das falhas relatadas ocorreu em enrolamentos, comutadores de derivação e buchas.

O componente afetado do transformador e o modo de falha foram incluídos no estudo. Os resultados do teste estão resumidos na Figura 2. As falhas do modo dielétrico foram relatadas com mais frequência em transformadores de subestação, seguidos por modos de falha mecânica e elétrica.

O estudo, conduzido entre 1996 e 2010, indica quais componentes do transformador são os mais críticos para monitorar no intuito de prevenir falhas. Portanto, vários métodos de diagnóstico foram abordados com foco nos modos de falha e nos componentes já mencionados.

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Figura 1 – Localização da falha, transformadores de subestação de 100 kV e superiores.

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Figura 2 – Análise do modo de falha baseada em 799 falhas graves em transformadores de subestação.

FONTE: O Setor Elétrico

Cornelius Plath e Martin Anglhuber

 

Alana Corrêa

Consultora Técnica Comercial

comercial@eletromax.com.br

   

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