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DIMED - PANVEL
30/04/2014

Dimed vai mudar a estrutura de negócios com o portal B2B

Clarisse de Freitas

ANA PAULA APRATO/JC
Maior vantagem do sistema é a conquista da interatividade pelos 7 mil clientes externos e pela rede.
Maior vantagem do sistema é a conquista da interatividade pelos 7 mil clientes externos e pela rede.

Estabelecer uma comunicação rápida, por um canal interativo, é um dos principais objetivos do portal business to business (B2B) que será lançado pela distribuidora de medicamentos Dimed no mês de setembro. A empresa, do grupo Panvel, espera que paulatinamente seus 7 mil clientes externos (além da própria rede de farmácias Panvel) adotem a nova ferramenta, que substituirá o software e-Dimed, usado atualmente.

“O software permanecerá ativo, mas como os recursos no portal serão muito maiores, imaginamos que a migração dos clientes será feita de forma voluntária e muito rápida”, afirmou o vice-presidente da empresa, Denis Pizzato, que também prepara a distribuidora para mudar sua sede de endereço em fevereiro do próximo ano. “Estamos construindo um novo e moderno centro de distribuição (CD) em Eldorado do Sul, já pensado para adotar o que temos de mais moderno em tecnologia, em automação. Aqui em Porto Alegre, onde a empresa nasceu, já não temos mais como crescer e, claro, a estrutura antiga já não atende às necessidades atuais”, ponderou.

Sem detalhar o valor dos investimentos, o executivo informou que todos os processos internos da Dimed estão sendo adaptados para dar suporte ao novo portal de negócios. As transformações afetam a gestão de estoques, os departamentos de compras e financeiro e, ainda, os processos de tecnologia da informação. 

Com o portal em funcionamento, a previsão é que em três meses todos os clientes que usam o e-Dimed passem para a ferramenta online – esse volume corresponde a 77% dos clientes externos que compram da distribuidora. “Mas queremos, claro, que os que usam outros canais de vendas e os que ainda não são clientes da Dimed, usem o sistema novo”, ressaltou Pizzato.

O vice-presidente do grupo Dimed-Panvel detalha que a nova ferramenta terá recursos variados, que permitirão, por exemplo, a realização de ofertas e a apresentação de lançamentos da indústria aos lojistas. Atualmente, o software (que é instalado nos computadores do varejo) não permite uma atualização tão constante e não dispõe, por exemplo, da foto dos produtos. O dinamismo do canal de vendas deve dar suporte, segundo Pizzato, ao ritmo de crescimento da empresa, que tem dobrado de tamanho a cada cinco anos.

“Uma das novidades que estamos planejando para o novo portal de vendas B2B é a criação de um programa de fidelidade. Temos já uma experiência importante nesse ramo, com o Programa de Fidelidade Panvel, usado pelos clientes da rede de farmácias. Agora queremos estruturar algo semelhante, para conhecer melhor nosso cliente da distribuidora e poder premiar aqueles que são assíduos”, disse Pizzato.

Ele explicou que a empresa tem, em sua base de clientes, praticamente todas as redes de farmácias do Sul do Brasil, já que sua estrutura de distribuição atende o Rio Grande do Sul (com centros de distribuição em Porto Alegre e Passo Fundo), Santa Catarina (com uma unidade em São José) e Paraná (onde o ponto de apoio foi instalado em Maringá). A política de ter os produtos em estoque, prontos para venda imediata e com prazo de entrega de um dia faz com que a empresa seja líder no mercado regional – mesmo sem ter como objetivo a conquista de clientes com base na oferta de preços baixos.

“Muitas vezes temos os melhores preços porque temos volume e conseguimos negociar com a indústria farmacêutica. Mas nosso foco é ter o produto em casa, ter variedade e ter estoque. Temos por meta manter o nível de serviço em 98% das solicitações e o que temos atingido é 96,86%, o que é realmente muito bom, dada a quantidade de fornecedores, que ultrapassa as três centenas, e à variedade de itens”, detalhou.

Avanço dos cosméticos altera movimentação

 

O crescimento de 28% ao ano na distribuição de cosméticos tem imposto mudanças nas estratégias logísticas da Dimed. Isso porque os produtos normalmente são mais pesados que os medicamentos e, muitas vezes, vendidos em embalagens irregulares – são kits promocionais e presenteáveis, que agradam o consumidor, mas dificultam o empilhamento dentro dos caminhões.

“Dos 47 milhões de unidades que transportamos ao mês atualmente, 26,3 milhões são itens de perfumaria. Alcançar esse patamar nos fez rever a organização das cargas e a negociar com alguns clientes a entrega. Enquanto nos medicamentos mantemos o compromisso de entregar os pedidos na manhã do dia seguinte e, em alguns casos, atender o pedido no mesmo dia, com os cosméticos às vezes a entrega é a cada dois dias, por exemplo”, detalhou o vice-presidente do grupo Dimed-Panvel, Denis Pizzato, ao lembrar que o Brasil é o terceiro maior consumidor mundial de produtos de beleza e higiene pessoal e já beira o patamar do Japão, segundo colocado (atrás apenas dos Estados Unidos).

Ele afirmou, ainda, que as estratégias de distribuição não têm vínculos com a nacionalização dos produtos importados, já que a maior parte dos produtos de outros países já chega à Dimed nacionalizada. “Não cuidamos do desembaraço de cargas. Temos um que outro produto importado, mas muito pouco. O que normalmente ocorre é que compramos produtos que tem ingredientes ou componentes importados, como os aerossóis que são produzidos na Argentina, mas já chegam à distribuidora como produto internalizado.”

Porém, as questões tributárias internas do Brasil fizeram com que, há alguns anos, a empresa mudasse suas rotas de abastecimento entre os estados. As diferenças tributárias justificam, por exemplo, que caminhões saiam de São José (Santa Catarina, na região metropolitana de Florianópolis), para abastecer farmácias no Centro e no Oeste do estado. Os caminhões percorrem 451 quilômetros para abastecer as farmácias de Concórdia, apesar de a cidade estar a apenas 151 quilômetros do centro de distribuição de Passo Fundo.

“A distância entre Passo Fundo e o Oeste Catarinense é realmente menor. Mas quando usávamos esse ponto para abastecer a região de fronteira com a Argentina, percorríamos quase mil quilômetros para chegar ao oeste do Paraná. Agora, diminuímos as distâncias com o CD em Maringá e, por razões tributárias, compensa fazer todo o abastecimento de Santa Catarina por São José”, diz Pizzato.

Ação da polícia reduz os perigos nas estradas

 

Pizzato é reticente ao responder questões sobre as estratégias de segurança adotadas pela distribuidora de medicamentos. Ele concorda que as cargas são muito visadas – pelo alto valor dos produtos e o fácil repasse a receptadores que imediatamente colocam a carga no varejo, mas prefere não falar em números.

“O assédio é muito grande no mercado como um todo. O fato é que esse tipo de crime só vai terminar quando não existirem receptores para a carga roubada. Temos conseguido muitos avanços porque colaboramos diretamente com a Polícia Civil”, diz. A empresa emprega todos os recursos de segurança disponíveis na distribuição dos produtos. 

A frota terceirizada de mais de 50 caminhões e a frota própria, de cinco veículos, são rastreadas e, muitas vezes, andam com escoltada armada. Outras estratégias, como não identificar os veículos com as marcas da empresa e segurar os produtos transportados, também são usadas pela Dimed há muito tempo.

O delegado especializado em roubo de carga, Rodrigo Bozzetto pondera que em 2012 o número de ocorrências envolvendo medicamentos no Estado sofreu uma retração significativa. O balanço oficial ainda está sendo preparado, mas ele assegura que as ações feitas nos meses anteriores tiveram o efeito esperado. “Ano passado prendemos vários indivíduos responsáveis por esse tipo de roubo de carga. Desenvolvemos algumas ações preventivas e ostensivas para reduzir os números, em conjunto com outros órgãos policiais, bem como com o setor privado”, afirmou o delegado.

Bozzetto lamentou a dificuldade de identificar as cargas roubadas que são recolocadas no mercado. De acordo com o agende da Polícia Civil gaúcha, muitos medicamentos não possuem elementos de identificação individual que ajudem os investigadores e os consumidores a detectar a origem do produto. “Mas trabalhamos na identificação dos receptores, o que já ocorreu”, afirma.

Fonte: Jornal do Comércio - 30/04/2014 - Atualizado 13:00 horas.

   

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