Cheap Soccer Cleats Michael Kors Outlet Cheap Soccer Shoes Nike LeBron 11 mercurial soccer adidas f5 indoor soccer shoes mizuno soccer cleats soccer cleats 2014 adipure soccer cleats
   

Plantão 24hs

Notícias
Notícias, Serviços, Clientes em destaque, Eventos e Dicas técnicas

Home » Notícias

[ -A  | +A ]
Hi-Pot - Ensaios em Instalações Industriais
27/09/2012

Consulte nossa equipe para estes serviços: comercial@eletromax.com.br - Cel.: 051 8416 3067.

O HI-Pot tem esse nome porque traduzindo do inglês significa alto potencial. É um aparelho que consegue gerar uma tensão bastante alta, da ordem de KV (por exemplo, o PGK50 gera até 50 KV, o PGK80, 80 KV). Essa tensão máxima relaciona-se com a aplicação, ou seja, o tipo de teste e os níveis de tensão exigidos.

Esse aparelho possui duas indicações:

- A tensão aplicada em KV;

- A corrente de fuga em micro ou mili Amperes, conforme a escala. Possui uma chave seletora onde se pode escolher a escala da corrente de fuga, um dial onde se pode ir aumentando a tensão aplicada e um contador de tempo de decréscimo automático, além dos botões de controle: partida, liga, início do teste, desliga.

O HI POT é utilizado no ensaio chamado pelas normas de teste de tensão.

ALERTA: O TESTE COM ESSE APARELHO PODE SER DESTRUTIVO, Conforme evidencia a norma NBR6881/1981, item 6: Resultados, que diz textualmente:

6- Resultados

Não deve ocorrer perfuração total ou parcial do dielétrico submetido ao ensaio durante o tempo de aplicação da tensão elétrica.

Isso significa que esse teste não pode ser utilizado em situações onde não possa em hipótese alguma furar o isolamento, o que inutiliza o cabo. Essa situação acontece se o cabo que está sendo testado está em operação e durante a parada do sistema para manutenção se resolveu testá-lo para avaliar suas condições.

Quando é necessário fazer o teste de tensão para essa finalidade é necessário utilizar o MÉTODO ALTERNATIVO DE TESTE DE TENSÃO, onde se aumenta a tensão ao mesmo tempo em que se monitora a corrente de fuga e o interrompe caso essa fique muito alta antes de alcançar a tensão final de teste em KV estabelecida pela norma correspondente, relativa ao produto que está sendo testado.

As normas especificam vários tipos de testes e os agrupa em: de recebimento, de Tipo, de controle, especiais e complementares.

Disposições Gerais:

Este procedimento estabelece os requisitos para ensaio de tensão elétrica contínua e de resistência de isolamento para cabos de potência com isolação sólida extrudada para tensões até 35 kV, durante e após a instalação.

Estes ensaios são destinados a demonstrar a integridade dos cabos e de seus acessórios. Constatando possíveis danos acarretados ao cabo nos processos de transporte, armazenagem, lançamento e montagem dos acessórios (evitando futuras perdas de produção), podendo também gerar informações importantes para acompanhamento da vida útil pela manutenção.

1. Ensaio de tensão elétrica – Ref: NBR 6881 e NBR 7286

1.1. Execução do Ensaio de tensão elétrica Conforme: NBR 7286 , 6.2.5, ITENS 6.2.5.1 até 6.2.5.4

Os ensaios devem ser classificados como:

A – Ensaios em qualquer ocasião, durante a instalação;

B – Ensaios após a conclusão da instalação do cabo e seus acessórios, e antes destes serem colocados em operação;

C – Após o cabo e seus acessórios terem sido colocados em operação, em qualquer ocasião, dentro do período de garantia;

D – Cabos em operação, fora do período de garantia.

O ensaio em tensão contínua deve ter um fator de ondulação inferior a 5%, salvo determinação diferente da norma específica do equipamento.

Em caso de cabos singelos ou múltiplos com veias blindadas individualmente, com ou sem blindagem ou armações metálicas sobre o conjunto das mesmas, aplicar tensão de ensaio entre condutor e blindagem.

Cabos com duas a quatro vias, sem blindagem individual e sem blindagem ou armações metálicas sobre o conjunto das mesmas, aplicar tensão de ensaio entre cada condutor e todos os outros condutores.

Cabos com duas a quatro vias, sem blindagem individual e com blindagem ou armações metálicas.

 

1.2. Procedimento de aplicação de tensão – conforme NBR 6881 – item 5.3

A tensão a ser aplicada deve ser elevada a partir de um valor inicial, o menor possível, mas não superior a 20% da tensão nominal do cabo submetido ao ensaio.

A taxa de elevação da tensão deve ser aproximadamente uniforme, de tal maneira que a tensão especificada de ensaio seja atingida em não menos do que 10 segundos e nem mais do que 60 segundos.

Ao atingir o valor da tensão de ensaio, o mesmo deve ser mantido durante o tempo especificado.

O valor da tensão e o tempo de aplicação estão especificados acima na tabela 1. (Conforme: NBR 7286, anexo B, tabela B2).

Decorrido o tempo de ensaio especificado, a tensão deve ser reduzida com taxa de variação aproximadamente uniforme, até um valor menor possível, mas não superior a 20% da tensão nominal do cabo e em seguida, desligar o equipamento.

Caso durante a execução do ensaio houver uma ou mais interrupções por qualquer anomalia no equipamento, conexões ou terminações do cabo, o ensaio ser continuado, acrescentando-se para cada interrupção, 20% do tempo total de aplicação de tensão ao tempo que resta para finalizar o ensaio.

O valor da tensão contínua de ensaio é definido pelo seu valor médio aritmético.

Como resultado do ensaio, não deve ocorrer perfuração total ou parcial do dielétrico submetido ao ensaio. (conforme: NBR 6881 – item 6- Resultados ).

 

3. ENSAIO DE TENSÃO ELÉTRICA ALTERNATIVO

O ensaio de tensão elétrica realizado com aplicação de degraus de tensão e registro das correntes de fuga tem algumas vantagens com relação ao ensaio recomendado pela NBR 6881.

O método alternativo permite um controle da intensidade da corrente de fuga, refletindo em maior segurança, garantindo que o teste seja não destrutivo.

O método alternativo propicia uma maior gama de informações para um acompanhamento do estado do isolamento do cabo e sua confiabilidade operacional, sendo muito útil para controle preditivo por parte da manutenção.

 

3.1. EXECUÇÃO DO ENSAIO DE TENSÃO ELÉTRICA ALTERNATIVO

O valor da tensão aplicada no último degrau é a mesma aplicada no ensaio do 1.1, descrito acima, na tabela 1.

O valor da tensão deve ser dividido em degraus, no mínimo 5 e no máximo 10.

Faz-se uso de um gráfico para “plotagem” dos valores medidos, em papel milimetrado.

Aplicar o primeiro degrau de tensão, lendo a corrente de fuga 1 minuto após a aplicação na tensão, plotando-o no gráfico.

Aplicar o segundo degrau, plotando a corrente de fuga lida 1 minuto após. Ligar os dois pontos através de uma linha.

Aplicar os outros degraus de tensão até o último, plotando as correntes de fuga lidas e traçando a linha, unindo todos os pontos.

O teste deve ser continuado enquanto a linha traçada for uma reta ou uma curva com pequena inclinação.

Após aplicação do último degrau de tensão e da plotagem da corrente de fuga com 1 minuto, a tensão deve continuar imposta ao condutor sob ensaio pelo tempo definido na tabela 1. E as correntes de fuga lidas e plotadas de 1 em 1 minuto.

Caso a corrente deve fuga cresça rapidamente, o ensaio deve ser interrompido.

 

COMENTÁRIOS FINAIS

Lembrar que normas técnicas especificam, mostram procedimentos de ensaios, definem, mas, não ensinam a teoria sobre os assuntos abordados. Essa precisa ser estudada em outras fontes para que não se corra o risco de falar e fazer algo que não se saiba exatamente o que é nem pra que serve.

Existem diversos documentos técnicos de fabricantes e empresas de engenharia, vários trabalhos acadêmicos de muitas universidades no Brasil e exterior e muitas normas técnicas além das comentadas aqui, que podem ser consultadas e estudadas, pois existem vários conhecimentos sobre o assunto, mencionados pelas normas, que precisam ser estudados.

Aqui estamos falando especificamente de testes de tensão porque o assunto principal é HI POT e ele se presta a esse teste. Mas como já foi mencionado acima existem muitos ensaios ordenados pelas normas, agrupados em vários tipos.

Existem outros assuntos sobre ensaios também relativos a cabos que observei que geraram dúvidas, talvez por falta de ler com maior atenção a uma norma ou a outra a qual se referencia. Uma delas é o coeficiente por grau célsius, (coeficiente/°C), que possui um processo relativamente complexo e trabalhoso de ser executado conforme diz a norma NBR6881 e que por isso, ou se aceita o valor informado pelo fabricante, ou se compara este com o valor obtido no ensaio, ou se considera o valor mínimo da tabela da norma.

Esse coeficiente/°C é um fator de correção da resistência de isolamento, em função da temperatura para a referência de 20 °C.

Existem também outros assuntos interessantes muito usados quando se estudam envelhecimento de materiais isolantes de cabos e transformadores e que são:

* Ensaio de determinação do fator de perdas no dielétrico (tangente delta), em função do gradiente elétrico máximo no condutor;

** Ensaio de determinação do fator de perdas no dielétrico (tangente delta) em função da temperatura.

Fonte:http://www.gustavorobeto.blog.br2012/06/16

   

Início | Institucional | Serviços | Fornecedores | Clientes | Notícias | Contato | Eventos | Artigos | Trabalhe Conosco | Controles | Calendário 2013
Todos direitos reservados 2017 Eletromax
Fone: (51) 3475 4700 / 3051 4700